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domingo, 23 de agosto de 2009


Vetados os excessos, fico a me imaginar quanto tempo me resta de vida?
Sim, pergunta macabra essa, não? Pode até ser, mas em pleno meus vinte e poucos anos, me sinto esgotada.
Essa vida tão igual, o tempo que corre apressadamente, a cada instante, a cada momento sem deixar tréguas, sem me deixar respirar.
Apenas as reticências permanecem, o que restará de mim? Afirmo e reafirmo que nada restará!
Sem árvores a plantar, sem filhos a gerar e muito menos meu nome a estampar, vivo e sigo assim anonimamente.
Mas tem dias que a brincadeira perde a graça e sorrir fica cada dia mais dificil. São as escolhas erradas, são os momentos apagados, e é a vida todos os dias me perguntando o que vim fazer aqui e sou eu todos os dias tentando lhe responder: Ainda não sei!
Taty.

1 Palavras conexadas:

ana laura disse...

Eu não sei nem o que dizer. Além da minha tristeza por tudo isto.Quero que saiba que qualquer sentimento de insignificancia que te desperte...saiba que para mim, vc é uma pessoa muito importante.......ana laura