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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Minha Mala e eu.


Minha mala vai cheia de pequenas esperanças, de um tanto de roupa e outro de vivido. Minha mala vai onde eu a carrego, mas seu símbolo foi o que sempre me carregou. Sou cidadã do mundo, primeira vez que disse: a frase se expandiu na sala e se afincou no peito. Sou cidadã do mundo, SIM.
Minha mala vai assim calada e, como dizem, se soubesse falar diria dos lugares que me carregou pela mão.
Em pequenos passos Roma parece muito próxima, mas a ousadia não é tanto. Vou, fico, me encanto, me estresso, saio e tudo com sua validade. Deixo um pouco de poeira e outro de amigos. Agenda lotada para emeios e cartões de Natais. Desculpe, tê-los esquecidos.
Minha mala vai assim, cheia de lembranças. Mas um mapa enorme de possibilidades. Avante, sempre.


Ana Laura. Minhas raízes se desenvolvem no ar.