MEU CARRO QUE NÃO QUER MAIS ANDAR, ESTA NOITE QUE NÃO QUER TERMINAR... ONDE ESTÁ VOCÊ MEU AMOR, EU PRECISO DE UM POUCO DE CALOR...
Realmente, o novo CD do Ney Matogrosso... Inclassificáveis... é bem bacana... estou conseguindo superar o fato que cheguei 20 minutos atrasada no show dele, e fiquei tão atrás da multidão que só via uma purpurina se movendo dentro de várias luzes coloridas. Foi muito frustrante e psicodélico... estava lá com meus insignificantes 1,61( é o 1 faz diferença sim!) de altura perto de algumas pessoas que deviam praticar basquete, entre tantas e algumas passei a recusar o Ney..mas foi mais forte do que eu.....até porque ele é poderosa!
AH! Mas não fugindo do assunto, me lembro que na época do show recebi a Caros Amigos do mês com uma entrevista com o Ney... entre tantas perguntas, tem uma que me chamou a atenção e deve ter chamado de muita gente...”Queria saber da importância do Cazuza para sua vida”...o que mais gostei na resposta foi essa parte...(Cazuza) me disse: “Me dá um beijo?” Respondi “Dou.” Dar um beijo não significava nada. Não significava naquele momento. Hoje em dia significa nada de novo. Foi um beijo na boca. Um beijo que a gente não se largou, que ficou e virou uma coisa entre nós, que a gente não conseguia mais se separar. Ficamos três meses nessa, foi uma paixão arrebatadora.
A entrevista está bem bacana, fala sobre o Secos e Molhados, família, homossexualidade... mas que beijo foi este que não significou muito mas durou três meses de paixão arrebatadora, um paradoxo que merece ser pesquisado empiricamente, bom, mas tirando pelo poder de deixar todo mundo embasbacado no show...o Ney tinha mesmo que fazer de um simples beijo uma lenda... ah! Com a grande ajuda do Cazuza... lógico!